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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Algol Editora convida a todos para o lançamento do livro: ANTONIO MENESES - Arquitetura da Emoção.

A Algol Editora Convida a todos para o lançamento do livro CD  Antonio Meneses- Arquitetura da Emoção  de João Luiz Sampaio e Luciana Medeiros que ocorrerá em duas datas:
São Paulo - dia 27/10 - 19h.- livraria Cultura do Conjunto Nacional
Rio de Janeiro - dia 31/10- 17h. - livraria da Travessa Shopping Leblon

Confira os detalhes:

Em “Arquitetura da Emoção”, um dos mais importantes músicos brasileiros fala aos jornalistas João Luiz Sampaio e Luciana Medeiros sobre sua vida pessoal e carreira

Mas João Gerônimo tinha planos para os filhos. Depois de anos observando a rotina da Sinfônica do Municipal do Rio, percebeu que o problema não era encontrar instrumentistas para a seção de metais, que na época a grande quantidade de bandas espalhadas pelo país conseguia abastecer. As orquestras brasileiras precisavam era de instrumentistas de cordas – a maioria era contratada fora do país. E foi assim que, quando Antonio completou 10 anos, em agosto de 1967, recebeu do pai o violoncelo, sem consulta ou explicação. – Meu pai me disse que aquele seria meu instrumento, e que já tinha uma professora acertada para me dar as primeiras aulas.” Trecho de Arquitetura da Emoção



Construído a partir de quase sessenta horas de entrevistas com o violoncelista brasileiro Antonio Meneses, o livro “Arquitetura da Emoção” está dividido em duas partes. Na primeira, acompanhamos a narrativa biográfica do menino pernambucano que se muda com a família para o Rio, onde tem seus primeiros contatos com o violoncelo e de onde partiria, sozinho, aos 16 anos, para a Europa, tornando-se um dos principais intérpretes de sua geração. As histórias de dedicação, estudo, dificuldades e ousadia são pontuadas por casos bem humorados e lembranças carinhosas e divertidas. Já na segunda parte, o violoncelista discute questões que o mobilizam: a relação entre técnica e inspiração, a redescoberta do repertório, o ato de gravar, a atividade como professor, a busca de novos públicos, as parcerias com outros músicos.

As duas partes, porém, não devem ser vistas de maneira isolada. Como apontam os autores, a arte de Meneses é aquela que busca o equilíbrio entre a voz do intérprete, suas experiências pessoais, e a lógica própria, a arquitetura da música que ele interpreta. É no diálogo entre esses elementos, portanto, tão fundamental quanto difícil de obter, que é possível vislumbrar os caminhos do músico. Assim, o livro se propõe a ser esse retrato de um artista em transformação. Ao longo de suas páginas, encontramos um Meneses que, ao olhar em direção ao passado, esboça uma ideia de futuro, de nova relação com a música e o instrumento. Afinal, lembram os autores, o ser humano, em sua memória, desafio o tempo. Passado, presente e futuro não podem ser compreendidos à parte. “É, afinal, nas frestas entre eles que vive o artista. E o homem.”

Os autores

João Luiz Sampaio é jornalista, repórter da área de música do Caderno 2 e editor-assistente do suplemento Sabático, do jornal O Estado de S. Paulo; autor de Ópera à Brasileira e Prêmio Carlos Gomes: Uma Retrospectiva, publicados pela Algol Editora.
 Luciana Medeiros é jornalista, carioca, trabalhou na Rádio JB, Rádio MEC e O Globo, entre outros veículos de comunicação; é assessora de imprensa da área cultural com ênfase em música clássica e ópera.



Lançamento em São Paulo

Dia 27/10- 19h – local LIVRARIA CULTURA - CONJUNTO NACIONAL

Av. Paulista, 2073 - Bela Vista - São Paulo - SP

Tel.: (11) 3170-4033



Lançamento – Rio de Janeiro

Dia 31/10 – 17h

Local: Livraria da Travessa -Shopping Leblon

Av Afrânio de Melo Franco, 290 - loja 205 A

Tel.: (21) 3138-9600

Confira o Video Sobre o lançamento

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Villa-Lobos errou? É Finalista do Prêmio Jabuti.

A Algol Editora parabeniza os finalistas do 52º prêmio Jabuti e sente-se orgulhosa por fazer parte desta lista no quesito capa.
O livro Villa-Lobos errou? Subsídios para uma visão musicológica em Villa-Lobos do maestro Roberto Duarte é finalista do Prêmio Jabuti 2010. A designer Carolina Sucheuski, responsável pelo projeto gráfico do livro e a capa, também concorre, na mesma categoria, com outro trabalho pela editora da Universidade de São Paulo.

Este belíssimo trabalho gráfico valoriza ainda mais a delicada pesquisa realizada pelo maestro Duarte e o imortal legado musical do mestre Villa-Lobos.

Como divulgado no site do Prêmio Jabuti, os trabalhos finalistas concorreram com milhares de inscrições. Por encabeçarem esta lista dos 10 melhores todos já são vencedores, independente do resultado de 1º de Outubro.

E para comemorar este importante acontecimento a Algol Editora oferecerá, entre os dias 01/09 e 30/09, um desconto de 25% na compra do livro Villa-Lobos errou? Subsídios para uma visão musicológica em Villa-Lobos (válido somente para compras efetuadas direto no site www.algol.com.br).

Então aproveite e adquira já o seu exemplar e tenha em sua casa este  aclamado trabalho lançado no 47º Festival Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, em 2009.


Villa-Lobos errou? é um trabalho sério e responsável. Mas também é um tributo, um ato de amor que reflete uma carreira dedicada à produção da música brasileira e ao seu mais importante compositor sinfônico.
Sergio Casoy


Por esses caminhos, ele dá um belo exemplo da análise musical total- aquela que ilumina o caminho dos intérpretes – e cria novas estradas para os compositores
Turíbio Santos ( vencedor do Prêmio Carlos Gomes - 2010)




Villa-Lobos errou?


Subsídios para uma revisão musicológica em Villa-Lobos

Maestro Roberto Duarte


Villa-Lobos errou? É a pergunta que nos faz o maestro Roberto Duarte no título deste seu novo livro. E, com a mesma meticulosidade com que se dedica à regência e ao preparo de seus concertos, ele mesmo se encarrega de responder à questão proposta ao longo das páginas deste volume.




Villa-Lobos era um caso típico. Além de compor com o ímpeto de uma tempestade tropical – ou como se cavalgasse um rojão –, fazia-o o tempo todo, em quaisquer situações e condições. O conceito do moto-perpétuo aplicado à criação musical. Seria sobre-humano – e Villa-Lobos era intensamente humano – não se enganar nessas condições.

A relação de amor e respeito de Roberto Duarte com o conjunto da obra de Villa-Lobos é antiga e tornou-se conhecida fora das fronteiras do Brasil graças aos ecos de seu sucesso em 1975 ao receber o prêmio Serge Koussevitzky no Concurso Internacional de Regência do Festival Villa-Lobos no Rio de Janeiro.



Ficha técnica
Formato: 17 x 27cm
4 x 4 cores
168 páginas
trilíngue: português, francês e inglês
ISBN: 978-85-60187-32-2 670 gramas
Capa: Carolina Sucheuski